vejam o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=yx9i-mhJgPY
vul.ne.rá.vel adjectivo. Que se encontra susceptível ou fragilizado numa determinada circunstância
Quem nunca se sentiu? Quem nunca viu alguém?
Este blog trata disso mesmo de pessoas que são, foram, estão vulneráveis.
Somos nós, eles e ainda os outros.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
NA PELE DE UM SEM-ABRIGO
É sempre muito difícil para um voluntário, por mais experiência que tenha, colocar-se na pele de uma pessoa sem-abrigo, principalmente por já ter consolidade a sua própria personalidade e estrutura familiar.
Na minha modesta opinião, embora seja uma palavra que define uma situação, esta inclui duas formas completamente opostas em que uma é naturalmente maioritária em relação a outra, mas que existem, e das quais não nos podemos alhear.
Existe a pessoa sem-abrigo que pelas contingências da vida, familiares ou laborais, vão parar a rua contra a sua vontade e existe a pessoa sem.abrigo que por sua própria opção e comodidade na sua maneira de ver a vida escolheu esta situação.
São casos que devem ser tratados e apoiados com uma sensibilidade diferente, porque os objectivos de cada um não são os mesmos.
Depois desta minha opinião respeitante ao conceito de pessoa sem-abrigo e falando na sua grande maioria que é o que se encontra na situação contra a sua vontade, é natural que vendo-se completamente abandonados pela Sociedade e muitas vezes sendo-lhe negada a ajuda que necessita procure algo que lhe faça esquecer a trágica situação em que está e normalmente existem duas companhias que mais tarde ou mais cedo, quase sempre empurrados por terceiros, os vão AJUDAR a esquecer e que são duas companhias que se tornam inseparáveis - DROGA/ÁLCOOL.
É nessa trágica situação em que estas pessoas - que fazem parte da Sociedade em que vivemos - normalmente acabam por cair.
Muitas destas situações poderiam ser resolvidas e, pessoas que o desejam, recuperadas se houvesse uma Segurança Social mais activa e com mais meios para que essa ajuda fosse mais longa no tempo de desintoxicação para que a recuperação pudesse frutificar.
Sou com muito orgulho voluntário dos MDM e no terreno tento com a ajuda de todos os elementos das equipas de rua remediar o melhor possível a situação deplorável em que estas pessoas se encontram.
Para isso contamos com a fabulosa equipa do CASSA, onde médico, psicólogo, enfermeiro e assistente social, tentam encaminhar e ajudar quem precisa e essencialmente quem quer para a possível solução dos seus problemas.
Não é tarefa fácil e normalmente por falta de meios e ajuda das entidades oficiais são mais as derrotas do que as vitórias, mas a vontade e o altruísmo de todos os voluntários e equipa de apoio não permitirá a desistência, e por isso o Projecto Porto Escondido sem desfalecimentos e com uma vontade férrea de todos os seus elementos vai continuar para o bem de alguns que esquecidos por tantos nunca serão esquecidos pelos MDM.
Autoria: João Sá
Na minha modesta opinião, embora seja uma palavra que define uma situação, esta inclui duas formas completamente opostas em que uma é naturalmente maioritária em relação a outra, mas que existem, e das quais não nos podemos alhear.
Existe a pessoa sem-abrigo que pelas contingências da vida, familiares ou laborais, vão parar a rua contra a sua vontade e existe a pessoa sem.abrigo que por sua própria opção e comodidade na sua maneira de ver a vida escolheu esta situação.
São casos que devem ser tratados e apoiados com uma sensibilidade diferente, porque os objectivos de cada um não são os mesmos.
Depois desta minha opinião respeitante ao conceito de pessoa sem-abrigo e falando na sua grande maioria que é o que se encontra na situação contra a sua vontade, é natural que vendo-se completamente abandonados pela Sociedade e muitas vezes sendo-lhe negada a ajuda que necessita procure algo que lhe faça esquecer a trágica situação em que está e normalmente existem duas companhias que mais tarde ou mais cedo, quase sempre empurrados por terceiros, os vão AJUDAR a esquecer e que são duas companhias que se tornam inseparáveis - DROGA/ÁLCOOL.
É nessa trágica situação em que estas pessoas - que fazem parte da Sociedade em que vivemos - normalmente acabam por cair.
Muitas destas situações poderiam ser resolvidas e, pessoas que o desejam, recuperadas se houvesse uma Segurança Social mais activa e com mais meios para que essa ajuda fosse mais longa no tempo de desintoxicação para que a recuperação pudesse frutificar.
Sou com muito orgulho voluntário dos MDM e no terreno tento com a ajuda de todos os elementos das equipas de rua remediar o melhor possível a situação deplorável em que estas pessoas se encontram.
Para isso contamos com a fabulosa equipa do CASSA, onde médico, psicólogo, enfermeiro e assistente social, tentam encaminhar e ajudar quem precisa e essencialmente quem quer para a possível solução dos seus problemas.
Não é tarefa fácil e normalmente por falta de meios e ajuda das entidades oficiais são mais as derrotas do que as vitórias, mas a vontade e o altruísmo de todos os voluntários e equipa de apoio não permitirá a desistência, e por isso o Projecto Porto Escondido sem desfalecimentos e com uma vontade férrea de todos os seus elementos vai continuar para o bem de alguns que esquecidos por tantos nunca serão esquecidos pelos MDM.
Autoria: João Sá
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