domingo, 5 de abril de 2009

Agir ou reagir?

Porque é que e mais fácil reagir do que simplesmente parar, pensar e só depois agir?
É que estamos constantemente a esquecer que acção implica reacção e que esta pode não ser tal qual esperaríamos.
Quantos de nós já não o fizemos? E quantos de nós já não sofremos por isso?
Como corrigir situações complicadas que surgem após estas reacções?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

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CHOCOLATE QUENTE

Enviaram-me por email (desconheço autor):

Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho. O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:– Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:– Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza…… e apreciai o vosso chocolate quente.

sábado, 18 de outubro de 2008

Homenagem ... Valentim

"Certas palavras podem dizer muitas coisas
Certos olhares podem valer mais do que mil palavras
Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora
Certos gestos,parecem sinais guiando-nos pelo caminho
Certos toques parecem estremecer todo nosso coração;
Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiais
Assim como você que deixarão belas lembranças para todo o sempre"
Vinicius de Moraes

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

"A principal tarefa de qualquer ser humano é fazer o seu trabalho interior. Todos osdias faz algo significativo para te aprofundares. Para teres mais daquilo que realmente queres na vida, primeiro tens de te tornar quem realmente és" Robin Sharma

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Mensagem

Uma simples frase vale milhões.
Esta ouvi no outro dia na rádio. Não sei de quem é a autoria !

"Quem luta por uma causa paga um preço. Quem está próximo sofre com ele."

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Saber quando parar

Saber quando parar é extremamente difícil, principalmente quando estamos demasiado envolvidos num projecto.
Será que vale a pena continuar a todo o custo? Talvez não.
Nos últimos tempos tive uma lição de vida muito importante. Pesando os prós e os contras de levar o barco em frente e de remar contra a maré a todo o custo, a avaliação que faço é a de que mais valia ter parado.
As coisas teriam decorrido de modo mais calmo, as pessoas envolvidas sofreriam menos, a abordagem seria mais correcta, leal e eficiente.
Já para não falar na diminuição de todos os recursos envolvidos (humanos e materiais).
O preço pago foi demasiado alto: amizades tremidas, confianças abaladas, credibilidade ameaçada.
Os fins justificaram os meios? Nem por isso.
Houve justiça em todas as situações? Definitivamente NÃO.
Resta-nos parar para pensar e reformular a linha de actuação. Tirar do passado o melhor possível e aprender. Aprender que para se aprender às vezes também é preciso falhar.
Aprender que às vezes é preciso deixar a emoção de lado e seguir a voz da razão.
Aprender que se aprende sempre. E que parar e dizer não é muito mais pedagógico.